Un foglio bianco.

Mais uma vez. Lá estava ele.
Empacado frente à magnificência do vazio.
Não era sequer a sombra do escritor que fora.
Naquele remoto futuro.
Seria. Tornar-se-á.
Sem rascunhos seguia a vida.
Uma folha branca, amassada, rasgada, pisada.
Foi ao chão depois da chuva.
Suja.
De lama e humilhação.
No chão.
Do poeta o coração.

7 Ouvintes:

Porkão disse...

Buscando inspiração ?

Rafaella B. disse...

Sempre...

Pedro Dantas disse...

Realmente muito bom. Rafa sempre melhorando =)
E eu não morri, pois quem ta vivo só aparace de vez em quando. haha

Rafaella B. disse...

Ai Pedro, que saudade :) Eu, melhorando? Quem dera, ainda estou engatinhando nesse lindo caminho literário. Apareça mais.

Roberto Borati disse...

rafaella,

obrigado pela sua visita, pelas suas palavras elogiosas e principalmente pelo sentir.

obrigado!


muito bom poema para fechar o ano, agora cadÊ o primeiro de 2011?

Kênnia Méleus disse...

Lindo, Rafaella. Maravilhoso, emocionante como sempre, querida.

Paju Monteiro disse...

Own. Tão lindo! *.*

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