Pessoal e intransferível

Há dias em que eu não quero contar casos, histórias. Essas minhas bobagens costumeiras. Às vezes eu quero falar de mim. E ser ouvida.

Eu gosto das coisas claras. Assim, como tem que ser.
E gosto de escrever. Mais que isso.
Transpor a barreira da mente e descrevê-la.
Não há utilidade para os pensamentos se permanecerem tal qual foram concebidos.
Não há valor na palavra falada, mas a escrita...
Que poder!
Não gostava de títulos. De rótulos, nerd já bastava.
Mas aprendi a associá-los, de uma maneira muito íntima aos textos.
Deixando de lado o âmbito literário, não sou muita coisa. Nada.
Pra ser honesta.
Penso diferente, mas não sou.
Todos pensam diferente.
Somos todos iguais.
Que paradoxo. Não gosto de paradoxos.
Já disse que gosto das coisas claras.
E simples.
E puras.
E inexistentes.
Mais nada.

3 Ouvintes:

Pedro Dantas disse...

Rafa, Rafa... Não posso te ouvir mas posso ler (há!)

Apesar de ter sido um post em suma pessoal é possivel generalizar.
É de fato um paradoxo, todos somos diferentes e iguais e muitos conflitos são formados por isso.

Mas tudo vai muito além também. Ótimo post!

Rafaella B. disse...

Pedro, Pedro.

Obrigado, tudo, tudo vai além das palavras... Onde estará o sentido?

Pedro Dantas disse...

Nos resta deixar a pergunta no ar, Rafa. O sentido das coisas não é tão importante, apenas temos que seguir, tentar quebrar a rotina e também o paradoxo.

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